Manifestantes levam boneco inflável de Trump pelas ruas e avenidas das cidades estadunidenses: Foto: Reprodução/Instagram
Por Redação Amazônia Realidade
Os protestos No Kings nos EUA reuniram milhares de pessoas neste sábado (28) em centenas de cidades americanas. A mobilização critica o governo de Donald Trump, apontando avanço autoritário, alta do custo de vida e os impactos da guerra no Irã como principais motivos dos atos.
Mobilização nacional amplia pressão contra Trump
Os atos ocorreram de forma simultânea em diversas regiões do país. Além das grandes cidades, os protestos também alcançaram áreas do interior, ampliando o alcance do movimento.
Nesse sentido, o grupo se consolida como uma das principais frentes de oposição ao governo. Esta é a terceira mobilização de grande escala desde o início do atual mandato, iniciado em 2025.
Críticas envolvem economia e política externa
Os manifestantes criticam a condução econômica do país. Isso ocorre porque o custo de vida aumentou nos últimos meses, pressionado principalmente pelos efeitos da guerra no Oriente Médio.
Além disso, o conflito com o Irã afetou o mercado global de petróleo. Como consequência, houve alta nos combustíveis e impacto direto no orçamento das famílias americanas.
Casos de violência aumentam tensão social
Outro ponto central das manifestações envolve denúncias de abuso de poder. Em Minneapolis, um episódio ocorrido em janeiro intensificou a revolta popular após uma ação policial com vítimas fatais.
Diante desse cenário, organizadores afirmam que o caso simboliza o uso excessivo da força e a fragilidade dos direitos civis no país.
Queda de popularidade impulsiona protestos
Ao mesmo tempo, pesquisas recentes indicam queda na aprovação de Donald Trump. O índice teria recuado para cerca de 36%, refletindo o desgaste político e econômico.
Com isso, os protestos ganharam força e se espalharam por mais de três mil atos programados. Parte das manifestações também contou com apoio simbólico em países da Europa.
Governo reage com críticas às manifestações
Por outro lado, a Casa Branca minimizou os protestos. A porta-voz do governo classificou os atos de forma crítica, reduzindo a mobilização a manifestações sem fundamento.
Ainda assim, especialistas avaliam que o crescimento do movimento indica um cenário de maior polarização política nos Estados Unidos.
Fonte: Brasil de Fato