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Home Internacional

Brasil não fará parte do Conselho da Paz de Trump

A ausência do país no ato de fundação, nesta quinta-feira em Davos, reflete a preocupação do governo com iniciativa que pode minar a ONU.

by Editor
20 de janeiro de 2026
in Internacional
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Por Redação | Amazônia Realidade

Presidentes Donald Trump e Lula na Malásia Foto: Ricardo Stuckerd/PR ( Arquivo)

O Brasil não fará parte do ato de fundação do chamado ‘Conselho da Paz’, iniciativa do presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o Palácio do Planalto. O evento, que ocorre nesta quinta-feira em Davos, na Suíça, marca a tentativa de criar um órgão rival à ONU. A recusa brasileira reflete a preocupação do governo com uma iniciativa que concentra poder na figura de Trump e pode minar o sistema multilateral.

A reportagem do Amazônia Realidade apurou que o convite foi formalmente enviado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, a delegação brasileira em Davos, chefiada pela ministra Esther Dweck, não recebeu qualquer instrução para comparecer à cerimônia. Além disso, diplomatas do Itamaraty também não foram autorizados a participar.

Somado a isso, fontes do Planalto afirmam que o Brasil não assinará qualquer documento de adesão à nova organização. A decisão de não participar se alinha a um sentimento de cautela expresso por outras potências mundiais. O principal temor é que o projeto, na prática, desvirtue o sistema multilateral estabelecido após a Segunda Guerra.

Países aliados confirmam presença em Davos

Apesar da recusa brasileira, o ato de fundação contará com a presença de alguns líderes. O presidente da Argentina, Javier Milei, viajou a Davos para o que chamou de “ato histórico”. De modo semelhante, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, também confirmou presença.

Adicionalmente, governos como os de Marrocos, Uzbequistão, Hungria e Armênia sinalizaram positivamente. Eles se declararam dispostos a integrar o novo conselho. A Bielorrússia também manifestou apoio, afirmando, por meio de seu Ministério das Relações Exteriores, que espera uma rápida expansão dos poderes da organização.

Por outro lado, a lista de confirmados não é considerada expressiva pelos analistas. O evento revela uma divisão clara na comunidade internacional. Enquanto alguns países aceitam o convite, outras nações centrais adotam uma postura de resistência ou rejeição aberta.

Motivos da não participação do Brasil

As razões para a relutância de países como o Brasil são múltiplas. Em primeiro lugar, causa espanto o estatuto proposto para o conselho. O documento concede a Trump poderes de veto sobre a adesão de novos membros e sobre propostas que não sejam de seu interesse.

Além disso, a cobrança de uma contribuição de US$ 1 bilhão para um assento permanente é vista com ceticismo. Para muitas nações, esse requisito financeiro compromete a legitimidade democrática do órgão. A prioridade, portanto, deveria ser a representatividade e não a capacidade de pagamento.

Nesse sentido, a Noruega foi um dos países mais diretos na recusa. Seu vice-ministro das Relações Exteriores, Andreas Motzfeldt-Kravik, afirmou ser “absolutamente impossível” aderir a uma estrutura que questiona a ONU e o direito internacional. A França também rejeitou formalmente o convite, o que gerou forte irritação em Trump.

Rejeições destacam apoio ao sistema da ONU

A postura francesa e norueguesa não é isolada. A Alemanha agradeceu o convite, mas não se comprometeu. O Canadá deixou claro que não pagará a contribuição bilionária. A Rússia, por sua vez, manteve um comportamento ambíguo, sem adesão imediata.

A Irlanda emitiu um comunicado reforçando seu apoio às Nações Unidas. A ministra Helen McEntee afirmou que a ONU, apesar de imperfeita, tem “mandato único e legitimidade”. Da mesma forma, o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, condicionou qualquer decisão à aprovação do parlamento nacional.

Esta posição de defesa do multilateralismo tem sido uma marca da política externa do governo Lula.

Diante desse cenário, o projeto de Trump enfrenta um desafio de credibilidade. Seu sucesso depende da adesão de potências médias e grandes, que até agora demonstram resistência. Ainda assim, a iniciativa é ambiciosa. Trump pretende usar sua presidência do G20 em 2026 para colocar o tema no centro da agenda global.

Enquanto trabalha para criar o novo órgão, o governo americano desmonta estruturas existentes. No início de 2026, a Casa Branca anunciou a saída de 66 organizações internacionais. Outras entidades sofrem com o congelamento de repasses financeiros de Washington, o que coloca em risco sua própria sobrevivência.

Esta não é a primeira iniciativa controversa de Donald Trump no cenário global, que frequentemente desafia instituições estabelecidas.

Por fim, a ausência do Brasil no ato de fundação em Davos é um sinal político claro. O país reafirma, ao menos neste primeiro momento, sua confiança no sistema multilateral tradicional. A decisão final sobre uma possível adesão futura, no entanto, permanece em aberto e sujeita aos desdobramentos diplomáticos dos próximos meses.

 

 

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