
Representantes do Inpa e da Faifce durante reunião para alinhamento de projetos sustentáveis. Foto: Igor Souza / Ascom IInpa
Por Redação | Amazônia Realidade
A parceria Inpa Faifce avançou após reunião realizada em Manaus. O encontro reuniu o
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)
e representantes da fundação cearense. O foco foi o desenvolvimento de projetos sustentáveis, inovação e soluções para o mercado.
O diretor do Inpa, Henrique Pereira, recebeu representantes da Fundação de Apoio ao Ensino, à Pesquisa e à Extensão do Instituto Federal do Ceará (Faifce).
Além disso, a reunião buscou alinhar ações estratégicas para fortalecer a cooperação institucional.
Ainda assim, o principal objetivo foi estruturar frentes de trabalho. A proposta é aproximar ciência, tecnologia e setor produtivo.
Somado a isso, participaram do encontro a coordenadora da Cogie, Mariana Santos, e a gerente da Incubadora do Inpa, Marcela Amazonas.
Parceria Inpa Faifce e o fortalecimento da inovação
Durante a apresentação, Marcela Amazonas destacou tecnologias desenvolvidas por startups incubadas no Inpa.
Entre elas, está o copo biodegradável produzido a partir de resíduos de mandioca.
A solução foi criada pela empresa Bioplazon. Ela é uma das cinco startups atualmente incubadas no instituto.
Além disso, os projetos têm foco em alternativas sustentáveis e na redução de impactos ambientais.
Por outro lado, foi ressaltado que as empresas atuam na modalidade não residente. Ainda assim, podem utilizar os laboratórios do Inpa.
Startups do Inpa desenvolvem soluções para a Amazônia
As startups incubadas trabalham com soluções para desafios da região.
Entre eles estão a gestão de resíduos ambientais, a biotecnologia e o desenvolvimento de mudas de plantas nativas.
Diante desse cenário, o Inpa reforçou que a parceria Inpa Faifce poderá ampliar a transferência de tecnologia.
Além disso, a cooperação deve aproximar pesquisas do mercado e gerar impacto direto na qualidade de vida da população.
“O Inpa busca garantir que as pesquisas resultem em melhorias na qualidade de vida e soluções sustentáveis para a sociedade”, afirmou Mariana Santos.
Por fim, a articulação entre as instituições deve abrir caminho para novos projetos.
Ainda segundo o instituto, também há expectativa de editais conjuntos e fortalecimento do ecossistema de inovação na Amazônia.