Amazônia Realidade
  • Início
  • Internacional
  • Brasil
  • Amazonas
  • Cidade
  • Política
  • Veja mais categorias
    • Polícia
    • Saúde
    • Economia
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Ciência e Tecnologia
    • Meio Ambiente
No Result
View All Result
  • Início
  • Internacional
  • Brasil
  • Amazonas
  • Cidade
  • Política
  • Veja mais categorias
    • Polícia
    • Saúde
    • Economia
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Ciência e Tecnologia
    • Meio Ambiente
No Result
View All Result
Amazônia Realidade
No Result
View All Result
Home Brasil

Sete em cada dez mulheres relatam já terem sofrido assédio, diz estudo

by Editor
6 de março de 2026
in Brasil
0 0
Compartilhe


Ruas e espaços públicos são os principais lugares
Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
São Paulo

Sete em cada dez mulheres dizem já ter sofrido assédio moral ou sexual, principalmente em ruas e espaços públicos. Os dados fazem parte da pesquisa Viver nas Cidades: Mulheres, lançada nesta quinta-feira (5)
O levantamento é de autoria do Instituto Cidades Sustentáveis e da Ipsos-Ipec, empresa especializada em pesquisa sociais e de mercado. Foram entrevistadas 3,5 mil pessoas, em dezembro de 2025, nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
“A insegurança é uma regra na nossa vida, não é uma exceção. Há uma proporção alta de mulheres que seguem dizendo que já sofreram assédio”, alertou Patrícia Pavanelli, diretora de Opinião Pública e Política da Ipsos-Ipec, durante o lançamento da pesquisa, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP.
Considerando o total de mulheres da amostra (2.066), 71% delas disseram já ter sofrido algum tipo de assédio em pelo menos um dos seis locais pesquisados: ruas e espaços públicos, transporte público, ambiente de trabalho, ambiente doméstico, bares/casas noturnas ou transporte particular.

“O espaço público e o transporte público se destacam como os lugares mais hostis para as mulheres, sendo esse um problema recorrente e que limita a nossa liberdade, o nosso direito à cidade”, ressaltou Patrícia.

Apesar da queda em relação a 2014, quando o índice ficou em 74%, e das variações de acordo com as capitais, as entidades realizadoras do estudo consideram que a proporção de mulheres que sofreram assédio permanece elevada e persistente nas dez cidades.
Assédio nas ruas
Ruas e espaços públicos – como praças, parques e praias – são os lugares onde mais ocorrem assédios, sendo citados por 54% das mulheres. Em seguida, aparece o transporte público (citado em 50% das respostas) e, em outro patamar, o ambiente de trabalho (citado por 36% mulheres).
Bares e casas noturnas foram citados por 32%; o ambiente familiar aparece em 26% das menções; e transporte particular como táxi e ou por aplicativo, em 19% das respostas.
A parcela de 5% das mulheres relatou que já sofreu assédio em todos os seis espaços mensurados na pesquisa.
“Embora pareça pouco, a gente está falando de mulheres que vivem em 10 capitais que [concentram] 33 milhões de habitantes, e 5% delas dizem que já sofreram algum tipo de assédio em todos os locais [mencionados]”, acrescentou.
Punição e rede de apoio
A pesquisa abordou ainda ações e medidas prioritárias que devem ser adotadas para combater a violência contra as mulheres.
Aumentar as penas contra os agressores aparece em primeiro lugar, com 55% das menções, seguida da ampliação dos serviços de proteção às vítimas, com 48%. Agilizar o andamento da investigação das denúncias foi uma ação citada por 37% das pessoas.
“A pesquisa aponta para gente um caminho que combina esse desejo da punição e da justiça, mas há necessidade de uma rede de apoio mais robusta”, explicou Patrícia Pavanelli, da Ipsos-Ipec.
Para ela, é preciso aproximar a população dos agentes de segurança e promover treinamento dos funcionários para que possam acolher melhor as mulheres.
“Vale a pena destacar que a gente tem quase três em cada 10 homens hoje dizendo que é prioritário criar políticas de segurança comunitária, aproximando a população dos agentes de segurança.”

 

Fonte: Agência Brasil

Previous Post

David Almeida lança pedra fundamental do Aquário de Manaus e anuncia corredor turístico coberto na rua Bernardo Ramos

Next Post

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 50 milhões

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Quem somos

Amazônia Realidade

Aqui a notícia é a realidade da Amazônia.

Categorias

  • Amazonas
  • Brasil
  • Cidadania
  • Cidade
  • Ciência e Tecnologia
  • Cultura
  • Destaque
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Gestão
  • Infraestrutura
  • Internacional
  • Manaus
  • Meio Ambiente
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
  • Saúde animal
  • Segurança Pública
  • Solidariedade
  • Turismo

Pesquisar

No Result
View All Result
  • Quem somos
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade

Copyright © 2026  Amazônia Realidade. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento: Up Marketing | Consultoria: Carlos Rodrigues.

No Result
View All Result
  • Política de Privacidade
  • Política Editorial
  • Portal
  • Quem somos
  • Todas as Notícias

Copyright © 2026  Amazônia Realidade. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento: Up Marketing | Consultoria: Carlos Rodrigues.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Utilizamos cookies para melhorar sua experiência. Ao aceitar, você concorda com nossa política de privacidade. Saiba mais