Amazônia Realidade
  • Início
  • Internacional
  • Brasil
  • Amazonas
  • Cidade
  • Política
  • Veja mais categorias
    • Polícia
    • Saúde
    • Economia
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Ciência e Tecnologia
    • Meio Ambiente
No Result
View All Result
  • Início
  • Internacional
  • Brasil
  • Amazonas
  • Cidade
  • Política
  • Veja mais categorias
    • Polícia
    • Saúde
    • Economia
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Ciência e Tecnologia
    • Meio Ambiente
No Result
View All Result
Amazônia Realidade
No Result
View All Result

Teatro de rua leva Ajuricaba às ruas do Centro de Manaus em espetáculo inédito

Ajuricaba-Me estreia no dia 31 de agosto e propõe um encontro entre memória, território e a cidade contemporânea

by Editor
28 de agosto de 2026
in Cultura
0 0
Home Cultura
Compartilhe

As ruas do Centro de Manaus serão transformadas em espaço de teatro e memória no dia 31 de agosto de 2026, às 15h, com a estreia de Ajuricaba-Me, novo espetáculo do Processo Natimorto. A apresentação acontece em formato de teatro de rua, partindo da parada de ônibus em frente ao Colégio Militar e seguindo em percurso até a Praça da Matriz.

Inspirado na figura histórica de Ajuricaba, liderança dos Manaú que enfrentou a colonização portuguesa na região amazônica no século XVIII, o espetáculo investiga questões relacionadas à liberdade, território, coletividade e relação com a vida. A criação propõe um encontro entre a história do território amazônico e a Manaus contemporânea, utilizando a própria cidade como espaço de investigação, criação e apresentação.

 

Ajuricaba-Me é a terceira obra de uma trilogia teatral desenvolvida pelo Processo Natimorto desde 2018. A pesquisa teve início com Tartufo-Me, a partir da obra de Molière, e seguiu em 2025 com Hamlet-Me, inspirado na obra de William Shakespeare. Agora, com Ajuricaba-Me, a pesquisa volta-se para uma figura histórica amazônica e para as relações entre corpo, território, memória e coletividade.

 

Para o idealizador Dimas Mendonça, a trilogia acompanha diferentes estados da experiência humana e, neste terceiro trabalho, busca um movimento de retorno ao corpo e à relação com o mundo.

 

“O Processo Natimorto chega a Ajuricaba-Me como a terceira etapa de uma pesquisa sobre diferentes estados da experiência humana. Em Tartufo-Me, partimos da máscara, da aparência e da superficialidade. Em Hamlet-Me, atravessamos a dúvida, o medo, o questionamento e a sensação de imobilidade. Com Ajuricaba-Me, buscamos um movimento de superação desses estados: voltar ao centro, ao corpo e à relação com o mundo.”

 

A escolha de Ajuricaba também estabelece uma relação direta entre a criação artística e o território onde o espetáculo será apresentado. A obra é inspirada na peça A Paixão de Ajuricaba, do escritor e dramaturgo amazonense Márcio Souza, referência fundamental para o processo de criação.

 

“Ajuricaba é, ao mesmo tempo, uma figura ligada à história do território onde vivemos e um símbolo de resistência. Sua trajetória nos coloca diante de questões como liberdade, território, coletividade e respeito à vida”, afirma Dimas.

 

Para o idealizador, levar o espetáculo para o Centro de Manaus amplia essa relação entre arte, história e cidade. “Levar Ajuricaba-Me para as ruas do Centro de Manaus é tornar esse encontro concreto: tirar Ajuricaba dos livros, dos nomes de ruas e de uma memória distante e colocá-lo novamente em contato com a cidade e com as pessoas.”

Mais do que construir uma narrativa biográfica sobre Ajuricaba, o espetáculo procura investigar o que sua presença pode provocar no presente. A cidade aparece não apenas como cenário, mas como parte da própria experiência teatral: o percurso pelas ruas aproxima a obra das pessoas e dos lugares onde diferentes camadas da história de Manaus permanecem presentes.

 

“É perguntar, através do teatro, se depois da máscara, da dúvida e do medo é possível reencontrar o centro e reconhecer que fazemos parte de tudo aquilo que nos cerca”, conclui Dimas.

 

Ficha técnica

 

Idealização: Dimas Mendonça

Atuação: Chico Kaboco, André Cavalcante e Elizete Tikuna

Apoio técnico: Dimas Mendonça

Apoio: SINTTEL e Cia. de Teatro Vitória Régia

Realização: Processo Natimorto

Previous Post

Zona Geek reúne fãs de Harry Potter no Shopping Grande Circular

Next Post

Verão amazônico aumenta o risco de doenças infecciosas e exige cuidados com a saúde

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Quem somos

Amazônia Realidade

Aqui a notícia é a realidade da Amazônia.

Categorias

  • Amazonas
  • Brasil
  • Cidadania
  • Cidade
  • Ciência e Tecnologia
  • Cultura
  • Destaque
  • Economia
  • Educação
  • Eleições 2026
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Gestão
  • Infraestrutura
  • Internacional
  • Justiça
  • Manaus
  • Meio Ambiente
  • Município
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
  • Saúde animal
  • Segurança Pública
  • Solidariedade
  • Tragedia
  • Turismo

Pesquisar

No Result
View All Result
  • Quem somos
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade

Copyright © 2026  Amazônia Realidade. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento: Up Marketing | Consultoria: Carlos Rodrigues.

No Result
View All Result
  • Política de Privacidade
  • Política Editorial
  • Portal
  • Quem somos
  • Todas as Notícias

Copyright © 2026  Amazônia Realidade. Todos os direitos reservados. Desenvolvimento: Up Marketing | Consultoria: Carlos Rodrigues.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Utilizamos cookies para melhorar sua experiência. Ao aceitar, você concorda com nossa política de privacidade. Saiba mais